
Há certas respostas que não estão nas resoluções de equações como as de Sir Isaac Newton ou em alguma teoria de Darwin. Há certas respostas que não estão perdidas em alguma biblioteca, ou em algum livro velho deixado de lado em alguma prateleira por ai e, muito menos vão estar em dicionários juntamente com as suas respectivas definições de seus termos.
Como já disse anteriormente, devemos procurar nos lugares certos. Tá, mas e ai, onde seria esse tal lugar? Dentro de nós mesmos. Bem no fundo, nós sabemos o verdadeiro sentido da coisa, o que aquilo significa pra nós. Nós podemos querer fugir disso, mas sabemos, inconscientemente o que pode acontecer caso a gente vá para um determinado caminho - mesmo que esperemos cegamente que aconteça algo totalmente diferente. O coração não mente. A alma não mente. Sabemos o que nos faz bem e o que não nos faz. É tudo muito simples, mais simples do que possa parecer.
"... esperemos cegamente..." - creio que não haveria termo melhor. Às vezes nos focamos tanto nas perspectivas pré-moldadas, que acabamos não vendo o que há de mais óbvio bem em frente de nós, ou melhor, bem dentro de nós. Ficamos cegos para nós mesmos. Cegos e surdos. Mas e se então, o coração resolver participar disso tudo para ver se há algum resultado, o que nós fazemos? O deixamos de lado, o ignoramos. Não é o melhor há se fazer no momento? Sim, até pode ser, mas e quando nós não aguentarmos mais essa realidade cega e vazia que criamos para nos distrair? E quando tudo estiver no seu ápice, dando a impressão que vamos explodir por dentro? E ai?
É pensando exatamente nisso, que termino meu post de hoje. O ápice veio para mim e se foi, mas com ele, uma força de vontade tremenda veio junto e, ficou. A usei discretamente, diariamente. Usei, reutilizei, reciclei. Mas e se de tanto reutilizar e reciclar, aquela tão tremenda força fosse se esgotando chegando ao ponto zero? Estranho, não é? Alguns pontos começam a se encaixarem aqui e ali e, de repente, tenho outra resposta alternativa para aquela tão questionada dúvida. Uma resposta alternativa, porém simples, mais simples do que observar o voar dos pássaros. (Na verdade creio que, foi os observando (também), que pude chegar em tal conclusão.)
"What if I wanted to laugh it all off in your face, what would you do? What if I fell to the floor, couldn't take all this anymore, what would you do, do, do? Come break me down. Bury me, bury me. (You cannot do these with me anymore, love.)"
- I know what I'd tell you and it would be to stay and try. But makes sence, if I do not enter in the middle of your own way.

Que lindo isso *____*
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