quinta-feira, 13 de maio de 2010

simple words, magnific actions

Liberdade, amor, desejo, vontade. Beijo, alegria, confiança, segurança. Carinho, abraço, sorriso, mãos dadas. Calor, cores, conforto, chocolate. Música, tranquilidade, essência, gatos. Café, chá, livros, palavras. Gentileza.

Algumas das palavras que podem melhorar o meu dia completamente. Sem ordem de preferência, cronológica ou qualquer outra que tiver. Que apenas elas estejam presentes sempre no meu dia-a-dia.


E hmm, pronto. Só queria deixar registrado mesmo, obrigada :)


- e em breve mais palavras virão. Deixa só elas acharem seus próprios caminhos. Sem forçar, sem ter pressa. Elas vêm.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

"...it's just my humble opinion, but it's one that i believe in (...)



...you don't deserve a point of view, if the only thing you see is you."
- e ironicamente esta postagem coincide com a minha última. It's perfect, more than can you see.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

playing god



"I can't make my own decisions or make any with precision. Well, maybe you should tie me up, so I don't go where you don't want me.
"

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

listen to your heart


Há certas respostas que não estão nas resoluções de equações como as de Sir Isaac Newton ou em alguma teoria de Darwin. Há certas respostas que não estão perdidas em alguma biblioteca, ou em algum livro velho deixado de lado em alguma prateleira por ai e, muito menos vão estar em dicionários juntamente com as suas respectivas definições de seus termos.

Como já disse anteriormente, devemos procurar nos lugares certos. Tá, mas e ai, onde seria esse tal lugar? Dentro de nós mesmos. Bem no fundo, nós sabemos o verdadeiro sentido da coisa, o que aquilo significa pra nós. Nós podemos querer fugir disso, mas sabemos, inconscientemente o que pode acontecer caso a gente vá para um determinado caminho - mesmo que esperemos cegamente que aconteça algo totalmente diferente. O coração não mente. A alma não mente. Sabemos o que nos faz bem e o que não nos faz. É tudo muito simples, mais simples do que possa parecer.

"... esperemos cegamente..." - creio que não haveria termo melhor. Às vezes nos focamos tanto nas perspectivas pré-moldadas, que acabamos não vendo o que há de mais óbvio bem em frente de nós, ou melhor, bem dentro de nós. Ficamos cegos para nós mesmos. Cegos e surdos. Mas e se então, o coração resolver participar disso tudo para ver se há algum resultado, o que nós fazemos? O deixamos de lado, o ignoramos. Não é o melhor há se fazer no momento? Sim, até pode ser, mas e quando nós não aguentarmos mais essa realidade cega e vazia que criamos para nos distrair? E quando tudo estiver no seu ápice, dando a impressão que vamos explodir por dentro? E ai?

É pensando exatamente nisso, que termino meu post de hoje. O ápice veio para mim e se foi, mas com ele, uma força de vontade tremenda veio junto e, ficou. A usei discretamente, diariamente. Usei, reutilizei, reciclei. Mas e se de tanto reutilizar e reciclar, aquela tão tremenda força fosse se esgotando chegando ao ponto zero? Estranho, não é? Alguns pontos começam a se encaixarem aqui e ali e, de repente, tenho outra resposta alternativa para aquela tão questionada dúvida. Uma resposta alternativa, porém simples, mais simples do que observar o voar dos pássaros. (Na verdade creio que, foi os observando (também), que pude chegar em tal conclusão.)


"What if I wanted to laugh it all off in your face, what would you do? What if I fell to the floor, couldn't take all this anymore, what would you do, do, do? Come break me down. Bury me, bury me. (You cannot do these with me anymore, love.)"


- I know what I'd tell you and it would be to stay and try. But makes sence, if I do not enter in the middle of your own way.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010


"This is how it works:
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath.

No, this is how it works:
You peer inside yourself
You take the things you like
And try to love the things you took
And then you take that love you made
And stick it into some
Someone else's heart
Pumping someone else's blood
And walking arm in arm
You hope it don't get harmed
But even if it does,
You'll just do it all again..." ♪

sábado, 2 de janeiro de 2010

primeira crise existencial em 2010 de uma garota de 20 anos


"And we've got to find other ways to make it alone or keep a straight face."


[venho comunicar aos poucos que interessarem, que editei este post, acrescentei algumas coisas e diminui outras. Desde o dia que o redigi, eu não me senti completa com o mesmo, pelo contrário, o senti vazio, sem começo meio ou fim. Então, venho agora para dar alguns reajustes finais - pelo menos é o que eu espero que eles sejam, reajustes finais. Editado às 14:15 do dia 4 de janeiro de 2010, segunda-feira.]


Sinceramente, eu não sei como começar a redigir alguma coisa aqui, mas eu sei que preciso, pois escrever me faz bem. Então vamos lá, vou deixar as idéias rolarem da minha cabeça para a ponta dos meus dedos - já que os utilizo aqui, como qualquer outra pessoa que os possua, para comunicar-me. E isso já me faz minha filosofia despertar... Por que uns tem e outros não? Por que uns são tão felizes com pouco e outros tem tudo, mas não são nada felizes?

Estava divagando durante a minha viagem retornando a São Paulo e enquanto divagava, procurava uma conclusão da razão pela qual a pessoa que vos fala, é assim. Porque que sempre após um determinado tempo, as pessoas se cansam. A conclusão que eu cheguei foi bem simples na verdade, porém não respondeu completamente a minha dúvida. O determinado tempo que as pessoas se cansam e decidem ir para outros caminhos é exatamente o tempo que elas demoraram para perceber quem na verdade eu sou, não quem eu sou na verdade. Sentiram como uma pequena e sutil troca de palavras pode causar? E bom, as pessoas são diferentes, logo, cada um leva seu tempo para a tal descoberta. Mas ainda continuo a ME indagar sobre. Não que eu esteja lamentando todas as pessoas que vieram e se foram, pelo contrário, eu as agradeço, pois de certa maneira, elas me fizeram crescer. Elas se foram e deixaram um pouco delas comigo, assim como elas levaram um pouco de mim consigo mesmas - pelo menos eu espero que. O que eu indago é: o que será que as assustam tanto assim? Talvez bem dentro de mim eu saiba, de verdade, mas não tenho como expor, não agora.

Tenho medos, assim como disse no post passado, mas eu também tenho coragem, tenho muita coragem. Eu só queria que alguém fosse tão corajosa assim como eu, para enfrentar o mundo comigo e, caso desse alguma coisa errada, essa pessoa soubesse que minha mão estaria ali, esperando pela dela, para que assim eu pudesse segurá-la e não deixá-la cair de forma alguma. E se desse tudo certo, certamente eu seria a primeira pessoa a olhá-la e dar a ela o abraço mais gostoso desse mundo para comemorar. Eu também gostaria que essa pessoa se sentisse corajosa o suficiente para enfrentar o mundo comigo. Comigo. E também gostaria de saber que, caso desse alguma coisa errada, eu teria a mais absoluta certeza que a mão dela estaria ali para não me deixar cair de forma alguma. E se desse tudo certo, eu adoraria encontrar o olhar dela e poder dar o abraço mais gostoso desse mundo pra comemorar a nossa conquista. Nossa. Reciprocidade, sabe? Porém, tenho meus poréns. Como toda boa cancêriana (e eu odeio isso, que fique bem claro) sou insegura. Sou ciumenta. Sou chata. Egoísta. Tenho crises e mais crises existenciais, mas sempre tento levar pro lado irônico. Tento tirar uma risada de mim mesma em meio a tantas lágrimas, mas às vezes eu não consigo.

Eu quero sorrir, quero sempre sorrir. Acho que todo mundo na verdade quer sorrir. Ninguém quer viver de lágrimas. Aliás, não gosto que ninguém derrame lágrimas por minha causa - essa cena chega até me assustar e me dar desespero só de imaginá-la. Quero sorrisos, abraços, amor puro. Quero que em meio a uma tormenta, eu possa confortar alguém de tal maneira, que tudo que ela estiver sentindo, enquanto eu estiver a abraçando, cesse nem que seja por algumas frações de segundos. Isso é amor puro. E eu desejo o mesmo de volta. Seria pedir muito?

Aliás, vocês sabem o que é amor puro? Aquele que só de abraçar a pessoa, o mundo gira devagar... [Pitty]. E uma vez ouvi dizer, há muito tempo atrás, que são poucos os que têm o dom de amar assim, puramente. Me sinto honrada de ser uma dessas únicas pessoas a amar dessa forma, mesmo levando umas cicatrizes comigo para depois contar como e de onde elas surgiram, mas sabe, me sinto honrada, de verdade. Muito obrigada. E quando eu contar, vou sorrir e achar graça, assim como eu já acho graça de algumas.

Mas e ai? E quando você olha e você não vê essa pessoa para demonstrar esse carinho, essa preocupação? Ou até vê, mas reprime porque você, assim como eu, sabe como é "colocar o carro na frente dos bois" e colocar tudo a perder. Eu já perdi muita gente metaforicamente e não-metaforicamente falando e sinceramente, não quero perder mais ninguém. Eu só quero que por uma vez na vida, alguém me veja além do que eu aparento ser para poder sobreviver nesse mundo escuro e frio e, quando veja, não se assuste. Que a pessoa sinta vontade de me abraçar, assim como eu sinto vontade de abraçar quando alguém, quando essa pessoa me permite descobrir um pouco mais da sua verdadeira essência. E eu me encanto com essas descobertas, ah se me encanto...

Sabe, uma coisa que aprendi e vou levar comigo é que ninguém é igual a ninguém. Pense nisso antes de começar qualquer tipo de relacionamento, seja o nível que for, amizade, namoro, casamento e assim por diante. As pessoas são diferentes, apesar de todas sorrirem no mesmo idioma - mais um trecho certeiro de Dumbledore em Harry Potter. E o que faz as pessoas serem diferentes, são justamente suas escolhas, não o que elas levam consigo em suas mentes. O que está na sua mente, só você sabe, mais ninguém. Entretanto, aquilo que você faz, qualquer um pode saber. E é a partir disso que peço para que vocês, meus caros leitores, venham refletir sobre isso e que, a partir de então, possam abrir mais e mais caminhos para novas idéias e novas conclusões - porque o que eu mais quero nessa vida, e é o que eu descobri agora, mais uma vez, escrevendo nesse blog há poucos segundos atrás, é que eu possa fazer com que as pessoas abram suas cabeças e saiam dos seus mundinhos particulares que são menores do que um quarteirão e possam ver quanta coisa tem por ai fora, quanto lixo tem ao seu redor e vocês nem sabem, assim como tem muita coisa essencial para vocês e vocês nem se dão conta disso ainda.

Bom e enquanto essa idéia prolixa e confusa não se concretiza, fico com esse trecho de Paramore, do qual comecei o texto e, agora, o termino, dizendo o seguinte: "And we've got to find other ways to make it alone or keep a straight face."

- ache outros meios de fazer isso sozinho ou de manter a cabeça erguida.

[E por favor, me desculpem pela forma na qual me expressei, sei que não foi a melhor possível, mas foi a única que consegui chegar em meio a tantas explosões de idéias e sentimentos dentro de mim. Por isso eu digo, ligando meu último post à esse: se procurarmos nos lugares certos, acharemos a nossa fortaleza eterna - uma parte eu sei que está dentro de nós, por mais difícil que seja às vezes encontrá-la, por mais que fiquemos cansados, esgotados, sem força para continuar, mas ninguém é feliz por completo sozinho - e pode ter certeza que eu acredito nisso.

E ah, uma última conclusão: eu citei lá em cima que talvez dentro de mim eu saiba o que causa tanto espanto nas pessoas ao ponto de jogarem tudo para o ar e dizerem adeus. Mas se alguém me der uma chance verdadeira, veja bem, verdadeira e não passageira, com certeza isso não vai ser nada em meio a tantas outras coisas que podemos fazer e descobrir juntas, pelo contrário, vai ser apenas o começo. E tenho dito.]

E obrigada mais uma vez a todos que leram mais um dos meus devaneios flutuantes [?]